terça-feira, 8 de abril de 2008

ANTONIO MARIA

A inda que o duro caminhar
N a jornada da vida, me faça
T ropeçar em pedras de dor- talvez chorar;
O que eu sinto é que bebo da vida toda a sua taça!
N essa maravilhosa aventura de viver,
I ndizível é o encanto com se entrelaça
O nó do amor sobre o meu ser...

M ais tarde, quando sobre a terra sossegada,
A lguém erigir a lápide da minha última morada,
R evelador epitáfio será lançado,
I dentificando o caminheiro da estrada:
A qui jaz um poeta. Amou e foi amado..."




Creative Commons License
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.

4 comentários:

  1. Meu tão querido amigo! É com imenso prazer que deixo o primeiro comentário nesse seu espaço...O acróstico é lindo! Você é ótimo com as palavras!
    Beijos de carinho e muito sucesso!

    Zélia

    ResponderExcluir
  2. São 14:l7 deste domingo, depois de um churrasco, muita cana, muita alegria e muita vontade dormir, resolvi entrar na tua toca, não sei se vou conseguir ler letra por letra na verificação de palavras. Vamos ver.Puta que pariu, consegui.Confirmo o que disse a Zelia. Antonio, você é ótimo com as palavras. Só não te mando beijos, mas sim um grande abraço.

    ResponderExcluir
  3. [b]Lindo seu BLOG Antonio Maria e o q vc escreve é muito tocante. Bjus na alma.

    Vilma Soraya

    ResponderExcluir
  4. Saudações... E eis que, quando da lida, fui (mentalmente) direcionado A alvares de Azevedo e ao poema: lembrança de morrer. Parabéns pelo belo acróstico.

    ResponderExcluir