sábado, 14 de janeiro de 2017

PELEGOS E COMUNISTAS, ARRE ÉGUA!


O Sinproesemma, apelidado de sindicato dos professores estaduais de São Luís, na verdade, um ninho de pelegos e politiqueiros, tem comportamentos públicos tão absurdos quanto cínicos, tais como:


1. Assiste pacificamente à veiculação de informações mentirosas na TV sobre os salários dos professores no Maranhão, sem esclarecer que, conforme tabela salarial, congelada desde 2015, um professor de nível superior no Maranhão tem salário inicial de R$ 2.047,04 ( Prof. II, A1) e salário final de R$ 3.340,07 (Prof III, C7), após 20 anos de efetivo exercício. Portanto, é puro factoide a informação, repassada à Rede Globo, de que qualquer professor do Maranhão ganha R$ 4.985,00. Tal criminosa omissão, por parte do Sinproesemma, tem o claro objetivo de fortalecer a posição intransigente do governador comunista Flávio Dino que, desde janeiro de 2016, nega-se a cumprir a lei federal que regula o reajuste anual do Piso Salarial dos professores do Brasil;

2. Não esclarece que o reajuste de 11,36% do Piso, determinado pelo MEC, para o ano de 2016, jamais foi pago pelo governador, situação nunca reclamada oficialmente pelo ex-presidente do sindicato, Júlio Pinheiro, que, talvez em troca desses bons serviços prestados, foi agraciado com a Vice-Prefeitura de São Luís;

3. Não esclarece que o reajuste anual do Piso Salarial dos professores não tem nada a ver com PEC’s ou programas de contenção de gastos públicos, de vez que o FUNDEB do Governo Federal repassa anualmente para os cofres dos Estados os recursos financeiros para custear despesas do Ensino Básico em todo o país, inclusive, valorização de professores e custeio do Piso. Conforme já foi amplamente divulgado, no começo deste ano, o FUNDEB já repassou para os cofres do Maranhão o valor de R$ 312, 2 milhões.

Como até agora, a presidente do sindicato ainda não se mexeu para garantir o pagamento do novo Piso, a partir de 1º de janeiro deste ano, nós, professores do Maranhão, estamos convencidos de que o reajuste de 7,64% do Piso Salarial, determinado pelo MEC e custeado pelo Governo Federal, para o ano de 2017, tal como ocorreu com o reajuste de 11,36%, de 2016, será mais um direito adquirido jogado na lama da prepotência do camarada Dino.

E o pior é que quando formos obrigados a usar do recurso extremo da greve, muitos vão berrar: “Por quê, greve? Esses não são os professores mais bem pagos do Brasil?”

Por Deus e todos os milhões de diabos, juro que, de todas as aversões que tenho na vida, duas continuam plenamente justificadas: por pelegos e por comunistas!